10 razões para votar Lista C

Fevereiro 25, 2009

1 A Lista C inclui candidatos e subscritores de todas as unidades orgânicas da Universidade, dando expressão a um movimento com grande abrangência no corpo de professores e investigadores.

 

 

 

2 A Lista C integra candidatos com percursos académicos diversificados, reconhecida experiência nos domínios do ensino e da investigação, sentido de responsabilidade institucional e profundo conhecimento da realidade universitária nacional e internacional.

 

 

 

3 A Lista C propõe uma estratégia clara para assegurar um novo ciclo de crescimento e afirmação da Universidade, preconizando uma instituição completa e com vocação global.

 

 

 

4 A Lista C identifica os grandes desafios da Universidade e apresenta orientações estratégicas, equilibradas e integradas, para os superar.

 

 

 

5 A Lista C advoga uma Universidade centrada na investigação como forma de se afirmar na produção de conhecimento e de reforçar e diferenciar os seus projectos de ensino.

 

 

 

6 A Lista C defende a consolidação da oferta educativa da Universidade, através da valorização dos seus recursos humanos, da promoção da educação integral de todos os estudantes e da resposta à procura de formação ao longo da vida.

 

 

 

7 A lista C elege os recursos humanos da Universidade como aspecto essencial da instituição universitária.

 

 

 

8 A Lista C avança com uma proposta consistente de mobilização da comunidade académica em torno de uma visão de Universidade com ideias e projectos, e de práticas efectivas de monitorização e avaliação.

 

 

 

9 A Lista C defende uma Universidade coesa e transparente, que aprofunde uma cultura de responsabilidade e pública prestação de contas, num quadro de descentralização efectiva e de cooperação entre os órgãos de governo e as unidades da Universidade.

 

 

 

10 A Lista C preconiza uma Universidade em grande interacção com o  exterior, respondendo aos desafios e responsabilidades que a sociedade lhe  coloca.

 

 

uma universidade com futuro!

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uma universidade com projectos

Fevereiro 13, 2009

 

uma universidade com projectos

O sistema nacional de ensino superior vive um ambiente de mudança que deve ser encarado com objectividade e determinação. O novo quadro estatutário, a provável manutenção de um enquadramento restritivo, em termos de financiamento público, a emergência de novos modelos jurídico-institucionais e as mudanças nos sistemas de ensino superior europeu e mundial requerem novas maneiras de pensar e de construir a nossa Universidade.

Para isso, é necessário combinar uma visão estratégica ambiciosa e a capacidade de compreensão da envolvente e da sua evolução com o aproveitamento das oportunidades quotidianas. Esta atitude, ancorada no respeito pelos princípios e valores em que acreditamos, é decisiva para a consolidação e crescimento do grande projecto que é a Universidade do Minho.

O movimento uma universidade com futuro! tem vindo a apresentar uma nova estratégia adequada à ambição, à realidade e aos desafios da Universidade do Minho, assente nos conceitos seguintes:

- uma universidade completa,

- uma universidade no contexto global,

-  uma universidade em interacção com o exterior,

- uma universidade coesa e descentralizada,

- uma universidade das pessoas.

Esta estratégia exigirá uma universidade com projectos, ambiciosos mas realistas.

De facto, a concertação da Universidade em torno de objectivos institucionais partilhados e de projectos mobilizadores permitirá estruturar políticas de longo prazo, potenciar os saberes acumulados, aumentar a visibilidade e o impacto das actividades desenvolvidas e gerar novos recursos. O envolvimento da comunidade académica nesses projectos é decisivo para aprofundar a coesão institucional, consolidar a interacção com o exterior e acentuar a nossa relevância social.

Uma universidade com projectos partilha as preocupações centrais do mundo contemporâneo, que carecem de uma compreensão multidisciplinar e de soluções transversais a diversas áreas de conhecimento.

A adopção desta orientação significa que a Universidade deverá mobilizar-se para reunir meios humanos e materiais capazes de realizar:

projectos de consolidação e crescimento científico, contribuindo para construir uma universidade de investigação, competitiva à escala global e preparada para enfrentar novas realidades e os desafios permanentes da inovação, num mundo em transformação acelerada;

projectos de internacionalização, indutores de práticas generalizadas de intercâmbio e da participação em redes e programas com universidades e instituições de referência internacionais;

projectos de cooperação e desenvolvimento, com especial atenção à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que contribuam para debelar as profundas assimetrias sociais, culturais e económicas que dividem o mundo;

projectos integrados de desenvolvimento regional, a nível económico, social, educativo e cultural, através de acções que elejam como parceiros as empresas, as associações, as autarquias e outras entidades públicas e privadas da região.

Esta mobilização e ambição serão decisivas para diferenciar a Universidade do Minho e projectá-la como instituição de referência pelo conhecimento que produz e pelas modalidades que adopta para a sua transferência e aplicação, bem como pelas formas de relacionamento com as comunidades com que interactua.

uma universidade com projectos é um desafio irrecusável para a construção de uma universidade com futuro!

Universidade do Minho, 13 de Fevereiro de 2009

 uma universidade com futuro!

este e outros documentos em

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uma universidade das pessoas

Fevereiro 11, 2009

 

uma universidade das pessoas

A ideia de universidade por que pugnamos exige uma participação empenhada dos docentes, investigadores, alunos e pessoal não docente e não investigador, objectivo que só a contínua busca e desenvolvimento do talento individual permitirá atingir. Para além de todos os recursos que possam estar ao seu dispor, a universidade é essencialmente o corpo de pessoas que a formam e constroem. Por isso, em simultâneo com uma estratégia organizacional que garanta justiça nas relações institucionais, importa criar condições que maximizem a atracção de pessoas de mérito, motivem o envolvimento de todos e promovam uma cooperação interna efectiva.

Uma das marcas identitárias de uma universidade com futuro! é a coesão institucional, o que exige um ambiente estimulante de comunicação entre os seus membros, um esforço de transparência em todos os seus processos de informação e gestão administrativa e, principalmente, uma ênfase no respeito pelos direitos individuais em todas as dimensões da vida universitária.

A Universidade do Minho deve desenvolver uma cultura de mérito que motive os seus membros e lhes dê perspectivas de alcançar os patamares mais elevados de desenvolvimento pessoal e profissional. Por isso, deve cuidar, de maneira especial, os seus sistemas e processos de avaliação, permitindo que estes funcionem como factor de desenvolvimento das pessoas e da organização como um todo.

O movimento uma universidade com futuro! entende que os membros da universidade devem responder, perante a instituição e a sociedade, pelos actos praticados no âmbito da vida académica. Entende que a universidade é, acima de tudo, parte de uma comunidade alargada que a suporta e que nela deposita confiança para prosseguir propósitos essenciais à sustentabilidade dessa comunidade. Por isso, cabe à instituição responder socialmente pelos seus actos, da mesma forma que é inerente à missão pública atribuída a cada membro da Instituição a prestação de contas.

Na instituição universitária, o conhecimento flui de uma geração para a seguinte através dos alunos de todos os ciclos de estudos. Os alunos são também fundamentais na renovação geracional das instituições, sem a qual estas se desagregam e perdem relevância. Sendo objectivo primário da universidade a criação e difusão do conhecimento, e pretendendo-se que ela permaneça viva e socialmente relevante, nunca é demais reafirmar que o corpo de alunos é uma componente basilar da universidade, essencial à prossecução dos seus objectivos.

O movimento uma universidade com futuro! entende que a universidade não esgota o seu relacionamento com cada aluno limitando-se a cumprir as suas expectativas face a uma formação e educação de qualidade. Antes entende que esse relacionamento, longe de ser transitório, concretiza-se também numa ligação duradoura que considera cada aluno, desde a sua primeira matrícula e ao longo da sua vida, um vector essencial da preservação e difusão da memória cultural e dos valores éticos que constituem, na essência, a própria noção de universidade. A importância deste vínculo pode-se exprimir de várias formas, passando, por exemplo, pela colaboração em órgãos académicos, pela promoção de grupos de aconselhamento ou por práticas de auditoria.

Por estes motivos, o movimento uma universidade com futuro! entende que cada aluno, individualmente considerado ou integrado em associações de estudantes, é parte da instituição universitária e, desta forma, participa nos seus êxitos e nas suas falhas. Entende também que, através dos órgãos académicos, os alunos e os antigos alunos devem ter participação efectiva na definição das estratégias institucionais, nomeadamente na análise do mercado de trabalho e das necessidades de educação e formação ao longo da vida. Considera ainda que as associações de estudantes e de ex-estudantes, enquadradas e motivadas pelos objectivos e valores da instituição, fornecem uma componente muito importante na educação dos seus membros e, como tal, devem ser encorajadas e acarinhadas.

A Universidade do Minho deve constituir-se como espaço plural por excelência, onde se harmonizem diferentes formas de viver a instituição, em liberdade e tolerância. Assim, a comunidade académica deve assumir um papel de liderança na promoção do diálogo e valorização das pessoas na sua singularidade e diversidade, com base num salutar confronto de ideias. Estando estatutariamente consagrado o respeito pelos princípios da igualdade, da participação democrática e do pluralismo de opinião, importa assegurar mecanismos para que essa participação seja efectiva, condição indispensável para a construção de uma instituição de todos e para todos.

O movimento uma universidade com futuro! está convicto de que a gestão dos campi e restantes estruturas da Universidade do Minho deve seguir uma orientação de respeito pelo meio ambiente e de sustentabilidade ecológica, sendo exemplo de boas práticas neste domínio. Este entendimento deverá estar presente na criação de novos espaços físicos da Universidade e na implementação gradual de adaptações nos já existentes.

Desta forma, e ainda pela promoção de práticas respeitadoras do meio ambiente por parte de toda a comunidade académica, existirão ganhos a diferentes níveis e registar-se-ão melhorias significativas no bem-estar de todos.

É com as pessoas e para as pessoas que queremos construir uma universidade com futuro!

Universidade do Minho, 11 de Fevereiro de 2009

Movimento:  uma universidade com futuro

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uma universidade coesa e descentralizada

Fevereiro 10, 2009

 

uma universidade coesa e descentralizada

O novo modelo de governação da Universidade, definido pelos actuais estatutos, deve ser entendido, do ponto de vista do movimento uma universidade com futuro!, como uma oportunidade para a mudança de práticas internas relativas à autonomia das suas unidades orgânicas, com responsabilização e pública prestação de contas.

Para o movimento uma universidade com futuro!, as unidades orgânicas são a base da Instituição. São elas que, na sua actividade quotidiana de ensino, de investigação e de interacção com o exterior, concretizam os objectivos da Universidade. Importa, por isso, afirmar a centralidade das escolas/institutos e, consequentemente, dos centros de investigação e dos departamentos, como forma de potenciar o seu contributo para a consecução plena da missão da Universidade.

As unidades orgânicas devem poder afirmar-se pelas suas especificidades e apostas diferenciadas, tirando partido da autonomia que estatutariamente lhes é atribuída e que deverá ter correspondência em práticas de gestão eficazes e eficientes. Acresce que a afirmação da autonomia das unidades orgânicas imporá uma alteração das suas formas de articulação com os órgãos de governo da Universidade. Importa evoluir para um modelo em que estes se tornem motores de definição estratégica, acentuando a sua dimensão política e mobilizando toda a comunidade académica, em detrimento de formas de acção centradas na gestão quotidiana. A existência de orçamentos globais por unidade e o estabelecimento de contratos-programa favorecerão certamente este objectivo.

Neste contexto, porém, será essencial equilibrar a autonomização operacional das unidades orgânicas com a coesão institucional, na indução da qual os órgãos de governo terão um papel insubstituível, através da promoção, designadamente, de:

valores, princípios e objectivos comuns;

projectos interdisciplinares mobilizadores (envolvendo várias unidades orgânicas);

políticas horizontais (p. ex., imagem e comunicação, propriedade intelectual, política editorial e práticas eco-sustentáveis);

fundos de coesão inter-unidades e orçamentos globais com regras de atribuição transparentes;

descentralização de infraestruturas e da sua gestão;

sistemas de qualidade.

A coesão é a base da construção institucional e do desenvolvimento da universidade completa que preconizamos.
A coesão assenta no conjunto de valores éticos definidos estatutariamente e no respeito pelos direitos humanos universalmente aceites, concretizados no contexto universitário. A coesão exige que a Universidade esteja atenta a estes valores, através de mecanismos participados e efectivos.

A coesão tem uma dimensão científica e cultural, dando à Universidade, que pretendemos completa, a capacidade para desenvolver actividade em todas as áreas fundamentais em que se organiza o conhecimento humano e para dinamizar projectos culturais estratégica e socialmente relevantes.

A coesão tem igualmente uma dimensão organizacional, garantindo a todos os membros da Universidade, independentemente do campus em que exercem a sua actividade, igual qualidade de condições de trabalho. Isto pode conseguir-se pela ponderada descentralização de serviços e das suas chefias, sempre que uma actuação de proximidade o justificar.

A coesão tem necessariamente uma dimensão financeira. Como se sabe, os novos modelos de financiamento afectam de modo diverso as unidades da Universidade. Importa, neste quadro, conjugar o potencial financeiro das unidades mais envolvidas com o tecido económico-produtivo com o potencial estratégico e cultural das que, pelas características da sua acção, mantêm uma relação mais ténue com aquele tecido. No entanto, os mecanismos internos de coesão têm que ser transparentes, focar-se no reconhecimento do mérito e qualidade das acções desenvolvidas e ter por base objectivos claramente definidos.

A coesão passa, finalmente, pela capacidade de os órgãos de governo convocarem a comunidade académica para objectivos comuns. Projectos mobilizadores, enquadrados naqueles princípios e valores, serão essenciais para materializar esta dimensão da Universidade.
uma universidade com futuro! saberá encontrar o justo equilíbrio entre coesão e descentralização.

Universidade do Minho, 9 de Fevereiro de 2009

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uma universidade em interacção com o exterior

Fevereiro 10, 2009

 

uma universidade em interacção com o exterior

As universidades são instituições fundamentais na promoção e materialização do desenvolvimento social, cultural e económico, através dos seus projectos de investigação, de ensino e de valorização do conhecimento científico, bem como de outros mecanismos de interacção com a sociedade.

De facto, as universidades confrontam-se hoje com a redefinição do âmbito da sua missão. Embora a geração do saber mantenha a sua centralidade, exige-se-lhes de forma cada vez mais premente a participação na promoção do desenvolvimento e bem-estar das populações.

O percurso da Universidade do Minho, ao nível da produção, transmissão e valorização do conhecimento, permite-lhe ambicionar um lugar de destaque nesse processo, a nível regional, nacional e internacional. Por outro lado, a envolvente da Universidade do Minho tem legítimas expectativas relativamente ao papel que esta deve desempenhar. A estas, a Universidade deve responder perspectivando e interiorizando novas oportunidades que, actuando como estímulo, ajudem a consumar o enunciado dos objectivos estatutários no que respeita à interacção com o exterior.

A Universidade do Minho deve orgulhar-se da sua experiência de interacção com a sociedade. As escolas/institutos, as unidades culturais e as estruturas de interface da Universidade têm tido, a este nível, um papel indiscutivelmente relevante. Contudo, esta é uma área que requer aprofundamento, face a crescentes expectativas e ao reajuste da missão das Universidades, através de uma acção sistemática e estrategicamente orientada de todas as suas unidades, em articulação com os actores relevantes dos tecidos económico, social e cultural, num quadro de reciprocidade.

Neste contexto, a Universidade deve, no âmbito de diferentes parcerias, agir no sentido de:

atrair e fixar, na Região, talento científico, cultural, artístico e empreendedor;

incentivar uma cultura de serviço público;

contribuir para impulsionar a iniciativa empresarial e a criação de emprego através da promoção de I&D e da cooperação entre empresas e instituições científicas;

conceber e implementar projectos educacionais singulares, de tipologia variada, orientados para a educação e a formação de diferentes grupos de cidadãos;

promover processos de reconhecimento e certificação de competências e experiências profissionais;

desenvolver uma política de comunicação e divulgação de iniciativas científicas e educativas junto da comunidade envolvente, potenciando o seu acesso aos bens culturais;

diversificar na academia, especialmente no universo dos investigadores, mecanismos de apoio à valorização do conhecimento científico;

potenciar iniciativas de ligação aos antigos estudantes e respectivas trajectórias profissionais, bem como às associações de estudantes.

A concretização de objectivos desta natureza supõe que estes sejam entendidos como a expressão mais significativa de um vector estratégico da acção da Universidade, assumido como tal pelos seus órgãos de governo e com impacto efectivo na actividade de todas as suas unidades.

O reforço da interacção com o exterior deve ser entendido como condição essencial da construção de uma universidade com futuro!

Universidade do Minho, 3 de Fevereiro de 2009


uma universidade no contexto global

Fevereiro 10, 2009

uma universidade no contexto global

As universidades, instituições universais por natureza, enfrentam hoje os desafios da sua inserção em redes globais que colocam novas exigências à sua actividade científica, à oferta educativa que propõem, à gestão de projectos partilhados e à mobilidade de estudantes, professores e investigadores.

A vocação da Universidade do Minho deve ser global, revelando-se sobretudo na participação em redes de excelência, nacionais e internacionais, ligadas a actividades de investigação, de ensino ou de interacção com a sociedade. No entanto, é na oferta conjunta de formação pós-graduada que estas redes exigem um maior grau de envolvimento e articulação institucional.

A vocação global da Universidade deve ser prosseguida de forma sistemática, visando assumir posições de relevância naquelas redes e noutros fóruns científicos, explorando o potencial dos diferentes grupos associados à investigação, aos projectos de ensino e às iniciativas de extensão.

A Universidade do Minho deve ter, como condição essencial de afirmação, padrões de qualidade exigentes, entre os quais sobressairá a articulação entre o ensino e a investigação de elevado mérito, permitindo-lhe competir numa escala global e atrair alunos e investigadores dos diversos continentes.

A Universidade deverá igualmente promover a mobilidade nacional e internacional de alunos dos diversos ciclos, assim como dos docentes e investigadores, no âmbito de projectos multicêntricos de ensino e investigação. Desta forma, a sua presença no espaço europeu de ensino superior e em espaços alargados de investigação deve ser reforçada através de uma maior dinâmica de colaboração inter-universitária e de uma presença mais activa nas redes de investigação e cooperação europeias e globais.

Tendo em conta o percurso evolutivo e afinidades histórico-culturais, a Universidade do Minho deve também ser sensível a alguns contextos particulares, com relevo para a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, o espaço ibero-americano, as comunidades lusófonas e a Galiza. Nesta perspectiva, o conceito de inscrição global terá necessariamente diferentes expressões em distintos domínios do saber, no que diz respeito tanto aos públicos-alvo como às parcerias a instituir.

A prossecução desta vocação global exigirá um exercício complexo de criação de condições para o desenvolvimento integrado de inciativas como:

Projectos de investigação de grande qualidade, orientados por critérios internacionalmente aceites e tendo em conta os referenciais das diferentes comunidades científicas.

Projectos estratégicos, de grande potencial e visibilidade, em que a Universidade participe activamente, idealmente em posição de liderança. Estes projectos estruturantes deverão assumir metas ambiciosas e bem definidas de forma a atrair recursos públicos e privados relevantes.

O desenvolvimento de parcerias estratégicas interinstitucionais e multicêntricas envolvendo activamente as unidades orgânicas, sem limitar iniciativas autónomas dos membros da comunidade académica.

A criação de unidades orgânicas de investigação, cuja existência está prevista nos estatutos, e que deve ser vista como oportunidade de promover a interdisciplinaridade e as parcerias estratégicas internacionais em domínios específicos.

A criação de um ambiente multilingue que incluirá, necessariamente, o uso crescente do inglês como língua de ensino em qualquer dos três ciclos de estudos, sempre que tal se justifique. Esta opção, que não contradiz a relevância cultural e educativa da língua portuguesa, potenciará a visibilidade e atractividade da Universidade, bem como a formação integral dos seus estudantes, com os consequentes benefícios científicos e pedagógicos.

A aposta nas potencialidades do ensino a distância, suportado por plataformas electrónicas, como meio de afirmação em áreas específicas e de alargamento dos públicos-alvo.

A vocação global da Universidade sustenta-se também na valorização da Região em que a Instituição se inscreve, do seu património histórico-cultural e ambiental, do seu tecido socioeconómico, bem como das suas realidades culturais e educativas.

uma universidade com futuro! será sempre, e necessariamente, uma Universidade capaz de se afirmar no contexto global.

Universidade do Minho, 2 de Fevereiro de 2009

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uma universidade de completa

Fevereiro 10, 2009

uma universidade de completa

A ideia fundadora da Universidade do Minho como uma universidade completa, promovendo a produção de conhecimento, a educação de cidadãos e a formação de profissionais à altura do seu tempo, deve ser assumida como um vector estratégico para o desenvolvimento e consolidação da Instituição. Uma universidade completa abraça múltiplos domínios de saber, convoca os seus membros para o desenvolvimento integrado das actividades de ensino, investigação e interacção com a sociedade, materializa a educação integral das pessoas e concretiza um entendimento de comunidade académica alargada aos seus antigos e potenciais alunos.

Este conceito de universidade afigura-se como o mais adequado ao cumprimento da missão e objectivos da Universidade do Minho, bem como às características do seu meio envolvente e aos desafios que se lhe colocam, incluindo os da sua internacionalização.

Num tempo em que várias instituições reconfiguram a sua oferta, reduzindo o espectro das suas áreas de intervenção nos campos do ensino e da investigação, o desígnio de uma universidade completa representa, de facto, um desafio. Vencê-lo implica o aprofundamento da dimensão multidisciplinar e das articulações entre as unidades orgânicas da Universidade, encontrando na qualidade dos projectos transversais e de interface os recursos adicionais para garantir a sustentabilidade da Instituição.

Uma universidade completa exige uma gestão participada e uma academia crítica, que valorizem o desenvolvimento social, cultural e económico, na observância dos princípios e valores definidos estatutariamente.

Uma universidade completa deve, simultaneamente, adequar-se aos contextos em que se insere e influenciá-los com uma estratégia clara e de futuro. Para o efeito, terá de valorizar o potencial de todos os seus membros, incluindo os antigos estudantes, e assumir de forma responsável e transparente a sua sustentabilidade e coesão.

O movimento uma universidade com futuro! entende que o aprofundamento do conceito de universidade completa requer que: i) se consolidem os projectos que têm potencial; ii) se complete a construção do edifício institucional, reforçando áreas com menor expressão, por exemplo os estudos artísticos; iii) se integrem saberes em torno de projectos mobilizadores; iv) se promovam articulações entre estruturas internas; v) se incentivem ligações com o exterior, ao nível regional, nacional e internacional; vi) se definam orientações estratégicas para o desenvolvimento da Universidade neste domínio.

A mobilização institucional necessária à consecução destes objectivos deverá privilegiar:

a interdisciplinaridade – é principalmente nas áreas de interface científica que a Universidade gera soluções inovadoras;

a internacionalização – o futuro da Universidade passa também pela aposta na construção de parcerias estratégicas, competitivas e propiciadoras de ofertas para diferentes espaços e diferentes públicos;

a relevância social – a importância das universidades joga-se, sobretudo, na sua capacidade de ajudar a solucionar problemas críticos do mundo contemporâneo;

a importância científica, cultural, social e económica dos projectos;

a criatividade – cultural, artística, científica e técnica – e o empreendedorismo.

Estes são caminhos que promovem a identidade e a diferenciação da Universidade, induzindo um ambiente criativo e inovador que, num quadro de referência internacional, afirmará a Universidade do Minho no espaço do ensino superior.

O movimento uma universidade com futuro! assume o seu compromisso com uma universidade completa.
Universidade do Minho, 29 de Janeiro de 2009

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Propostas para uma universidade com futuro

Fevereiro 10, 2009

Propostas para uma universidade com futuro!

A Universidade do Minho vai eleger, no próximo dia 2 de Março, o seu Conselho Geral. Este será um momento particularmente relevante e decisivo para o futuro da Instituição, dada a complexidade dos desafios económicos, demográficos e socioculturais com que nos confrontamos. As limitações resultantes de novos modelos de financiamento público, aliadas à crescente e cada vez mais global concorrência interinstitucional, têm graves implicações na sustentabilidade dos projectos e na manutenção e qualificação dos recursos humanos da Universidade.

A candidatura uma universidade com futuro! propõe um caminho para o desenvolvimento e uma maior afirmação da Universidade do Minho, defendendo princípios estratégicos claros relativos às formas da sua organização interna e aos modos de concretização da sua missão.

A candidatura uma universidade com futuro!, pugnando por uma Instituição que assuma como marcas identitárias a centralidade da investigação, a valorização da oferta educativa, a interacção com a sociedade e a coesão institucional, bater-se-á:

1. por uma universidade completa, que abrace os múltiplos domínios de saber, que convoque os seus membros para o desenvolvimento integrado das actividades de ensino, investigação e interacção com a sociedade, que materialize a educação integral das pessoas e que concretize um entendimento de comunidade académica alargada aos seus antigos e potenciais alunos;

2. por uma universidade no contexto global, capaz de reforçar a sua presença no espaço europeu de ensino superior e em espaços alargados de investigação através de uma maior dinâmica de colaboração inter-universitária e de uma presença mais activa nas redes de investigação e cooperação europeias e globais;

3. por uma universidade em interacção com o exterior, capaz de aprofundar essa relação através de uma acção sistemática e estrategicamente orientada de todas as suas unidades, em articulação com actores relevantes dos tecidos económico, social e cultural, num quadro de reciprocidade;

4. por uma universidade coesa e descentralizada, que afirme a centralidade das escolas/institutos como forma de potenciar o seu contributo para a consecução da missão da Universidade, mas que ao mesmo tempo garanta a coesão financeira, organizacional, científica e pedagógica, bem como a assunção de valores éticos comuns;

5. por uma universidade das pessoas, que motive uma participação empenhada dos membros da academia (alunos, docentes, investigadores e funcionários), que garanta justiça nas relações institucionais, que seja capaz de atrair pessoas de mérito, que promova uma cooperação interna efectiva;

6. por uma universidade com projectos, que permitam estruturar políticas de longo prazo, potenciar os saberes acumulados, aumentar a visibilidade e o impacto das actividades desenvolvidas e gerar novos recursos, acentuando a relevância da Universidade e consolidando a sua interacção com a sociedade.

A candidatura uma universidade com futuro! entende que estes são os desafios essenciais que se colocam à Universidade e é por isso que neles centrará a sua intervenção no processo eleitoral. Com este objectivo serão colocados à consideração dos professores e investigadores documentos que desenvolvem as propostas agora enunciadas.

Na verdade, o que estará em causa neste processo é a adequação dos programas em confronto à consecução da missão central da Universidade de gerar, difundir e aplicar conhecimento. A relevância futura da Universidade decide-se nesta eleição!

A candidatura uma universidade com futuro! apela desde já à mobilização de todos os professores e investigadores em torno destas propostas e da participação num debate que possibilite o seu aprofundamento.

Universidade do Minho, 26 de Janeiro de 2009

o movimento uma universidade com futuro! – lista C

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António M. Cunha, Prof. Catedrático, EEng
Rui Vieira de Castro, Prof. Catedrático, IE
Margarida Proença, Profª Catedrática, EEG
Jorge Manuel Rolo Pedrosa, Prof. Associado, ECS
Graciete Dias, Profª Catedrática, EC
Ana Paula Marques, Profª Associada, ICS
Pedro Bacelar de Vasconcelos, Prof. Associado, ED
José M. Esgalhado Valença, Prof. Catedrático, EEng
Álvaro Iriarte, Prof. Auxiliar, ILCH
Margarida Casal, Profª Associada, EC
José Keating, Prof. Associado, EP
Maria Filomena Gomes, Profª Coordenadora, ESE
Rui Reis, Prof. Associado, EEng
Michael Smith, Prof. Catedrático, EC
Natascha van Hattum, Investigadora, Centro de Investigação em Educação
Fernando Alexandre, Prof. Auxiliar, EEG
Luísa Alonso, Profª Associada, IE
Paulo Mendonça, Prof. Auxiliar, EA
Jaime Ferreira da Silva, Prof. Associado, EEng
Vasco Teixeira, Prof. Associado, EC
Clara Calheiros, Profª Auxiliar, ED
Orlando Grossegesse, Prof. Associado, ILCH
Joana Palha, Profª Associada, ECS
Paulo Lourenço, Prof. Catedrático, EEng

Mandatário: Luís Couto Gonçalves, Prof. Associado, ED


uma universidade com futuro

Fevereiro 10, 2009

uma universidade com futuro!

A eleição para o Conselho Geral da Universidade, que terá lugar no dia 2 de Março, constitui um primeiro e decisivo momento na concretização do modelo de governação que os novos Estatutos da Universidade instituíram.

O Conselho Geral é o órgão colegial máximo de governo e de definição estratégica da Universidade e por ele passam decisões tão importantes como a eleição do Reitor, a apreciação dos seus actos, a aprovação das linhas gerais de orientação da Universidade nos planos científico, pedagógico, financeiro e patrimonial, a criação, transformação ou extinção de unidades orgânicas, a aprovação da proposta de orçamento e a fixação das propinas devidas pelos estudantes.

Por isso, a eleição dos membros do Conselho Geral representa um acto particularmente importante para o futuro da Universidade.

O movimento uma universidade com futuro! propõe-se intervir na eleição para o Conselho Geral, constituindo e apoiando uma lista candidata àquele órgão.

Exprimindo a realidade multifacetada da nossa Instituição, o movimento integra professores e investigadores com uma grande diversidade de percursos académicos, pertencentes a todas as unidades orgânicas da Universidade, e com um forte envolvimento em projectos de ensino, de investigação e de interacção com a sociedade. Nele intervêm também professores e investigadores que têm sido eleitos pelos seus pares para desempenhar funções de direcção de escolas/institutos, departamentos, centros de investigação ou conselhos de cursos. Trata-se, portanto, de um grupo de pessoas fortemente comprometidas com a concretização das dimensões essenciais da missão da Universidade.

O movimento uma universidade com futuro! pugnará, em sede de Conselho Geral, por uma Instituição que, integrando os valores enunciados nos seus Estatutos, assuma como marcas identitárias:

a centralidade da investigação, como forma de afirmar a Universidade na produção de conhecimento e de consolidar os seus projectos de ensino;

a valorização da oferta educativa, alicerçada na diferenciação e internacionalização da formação pós-graduada e numa formação graduada sólida, promovendo a educação integral dos estudantes;

a interacção com a sociedade, actuando como agente do desenvolvimento cultural, social e económico;

a coesão institucional, baseada numa autonomia das escolas/institutos que observe critérios de qualidade e princípios de responsabilidade e num ambiente organizacional que valorize a participação de todos e promova o desenvolvimento de projectos mobilizadores interdisciplinares.

O movimento uma universidade com futuro! entende que a relevância, a dimensão e a história da nossa Universidade justificam a procura de equilíbrios entre a consolidação e o aprofundamento de projectos em curso, de ensino, de investigação e de interacção com a sociedade, e o desenvolvimento de acções inovadoras que permitam melhorar práticas internas, explorar novas áreas de intervenção e alcançar novos públicos. As circunstâncias em que a Universidade desenvolve hoje a sua acção exigem mudanças nas opções estratégicas e no modelo de gestão. Trata-se, a nosso ver, de requisitos fundamentais para a prossecução da missão de gerar, difundir e aplicar conhecimento e para a materialização de um novo ciclo de afirmação da Universidade do Minho.

Estas são as linhas gerais, a detalhar em próximos documentos, que estruturarão a nossa intervenção no Conselho Geral da Universidade. Estamos certos de que elas correspondem ao modo de pensar e de intervir de um largo número de professores e de investigadores, com quem contamos, desde já, para a construção de uma universidade com futuro!

Universidade do Minho, 16 de Janeiro de 2009

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Alberto Adrego Pinto, Prof. Catedrático, EC
Alberto Filipe Araújo, Prof. Associado, IE
Alexandra Marques, Investigadora, 3Bs
Álvaro Iriarte, Prof. Auxiliar, ILCH
Ana Amélia Carvalho, Profª. Auxiliar, IE
Ana Jacinta Soares, Profª Auxiliar, EC
Ana Maria Brandão, Profª Auxiliar, ICS
Ana Paula Esteves, Profª Auxiliar, EC
Ana Paula Marques, Profª Associada, ICS
António Lázaro, Prof. Auxiliar, ICS
António M. Cunha, Prof. Catedrático, EEng
Armando Machado, Prof. Catedrático, EP
Beatriz Araújo, Profª Coordenadora, ESE
Cândida Lucas, Profª Associada, EC
Carla Antunes, Profª Auxiliar, IE
Carlos Bernardo, Prof. Catedrático, EEng
Célia Pais, Profª Associada, EC
Clara Calheiros, Profª Auxiliar, ED
Estela Bicho, Profª Auxiliar, EEng
Estelita Vaz, Profª Catedrática, EC
Eugénio Ferreira, Prof. Associado, EEng
Eunice Ribeiro, Profª Associada, ILCH
Fernando Alexandre, Prof. Auxiliar, EEG
Fernando Ferreira, Prof. Associado, EEng
Francesca Rayner, Profª Auxiliar, ILCH
Graciete Dias, Profª Catedrática, EC
Helena Granja Araújo, Profª Catedrática, EC
Higino Correia, Prof. Associado, EEng
Íris Susana Pereira, Profª Auxiliar, IE
Jaime Ferreira da Silva, Prof. Associado, EEng
Joana Palha, Profª Associada, ECS
Joanne Paisana, Profª Auxiliar, ILCH
João Álvaro Carvalho, Prof. Catedrático, EEng
João Arménio Lopes, Prof. Associado, IE
João Manuel Cainé, Prof. Adjunto, ESE
João Miguel Fernandes, Prof. Associado, EEng
João Rosas, Prof. Auxiliar, ILCH
João Sarmento, Prof. Auxiliar, ICS
Joaquim Filipe Araújo, Prof. Associado, EEG
Jorge Rolo Pedrosa, Prof. Associado, ECS
José António Palmeira, Prof. Auxiliar, EEG
José Augusto Pacheco, Prof. Associado, IE
José Bernardo Barros, Prof. Associado, EEng
José Carlos Pinho, Prof. Associado, EEG
José Esgalhado Valença, Prof. Catedrático, EEng
José González Méijome, Prof. Auxiliar, EC
José Keating, Prof. Associado, EP
José Valério de Carvalho, Prof. Catedrático, EEng
Laura Ferreira Pereira, Profª Auxiliar, EEG
Laurinda Leite, Profª Catedrática, IE
Lígia Pinto, Profª Associada, EEG
Luís Couto Gonçalves, Prof. Associado, ED
Luís Filipe Pinto, Prof. Associado, EC
Luísa Alonso, Profª Associada, IE
Madalena Araújo, Profª Associada, EEng
Manuel João Costa, Prof. Auxiliar, ECS
Manuela Almeida, Profª Associada, EEng
Margarida Casal, Profª Associada, EC
Margarida Proença, Profª Catedrática, EEG
Margarida Saraiva, Investigadora, ICVS
Maria Alfredo Moreira, Profª Auxiliar, IE
Maria Assunção Flores, Profª Auxiliar, IE
Maria Augusta Lima Cruz, Profª Associada, ICS
Maria Cristina Parente, Profª Auxiliar, IE
Maria Filomena Gomes, Profª Coordenadora, ESE
Maria Goreti Mendes, Profª Coordenadora, ESE
Maria Isabel Lage, Profª. Coordenadora, ESE
Maria José Medeiros, Profª. Associada, EC
Mário Monte, Prof. Auxiliar, ED
Marta Lobo de Araújo, Profª. Associada, ICS
Michael Smith, Prof. Catedrático, EC
Mikhail Vasilevskiy, Prof. Catedrático, EC
Natascha van Hattum, Investigadora, CI Educação
Nuno Carvalho Sousa, Prof. Associado, EC
Nuno Cerca, Investigador, Centro Engª Biológica/IBB
Odd Rune Straume, Prof. Associado, EEG
Orlando Grossegesse, Prof. Associado, ILCH
Paula Cristina Martins, Profª. Auxiliar, EP
Paulo Cruz, Prof. Catedrático, EA
Paulo Flores, Prof. Auxiliar, EEng
Paulo Lourenço, Prof. Catedrático, EEng
Paulo Mendonça, Prof. Auxiliar, EA
Paulo Pereira, Prof. Catedrático, EEng
Pedro Bacelar de Vasconcelos, Prof. Associado, ED
Pedro Camões, Prof. Auxiliar, EEG
Pedro Monteiro Bandeira, Prof. Auxiliar, EA
Pedro Souto, Prof. Auxiliar, EEng
Ricardo Machado, Prof. Auxiliar, EEng
Rui Morais, Prof. Auxiliar, ICS
Rui Oliveira, Prof. Associado, EEng
Rui Ralha, Prof. Associado, EC
Rui Ramos, Prof. Auxiliar, IE
Rui Reis, Prof. Associado, EEng
Rui Vieira de Castro, Prof. Catedrático, IE
Said Jalali, Prof. Associado, EEng
Teresa Mora, Profª Auxiliar, ICS
Sérgio Sousa, Prof. Auxiliar, ILCH
Vasco Teixeira, Prof. Associado, EC
Wladimir Brito, Prof. Associado, ED
Wolfram Erlhagen, Prof. Associado, EC


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